segunda-feira, 26 de abril de 2010

ATENÇÃO


Atenção
Essa vida contém cenas explícitas de tédio
Nos intervalos da emoção
Atenção
Quem não gostar que conte outra,encontre, corra atrás,enfrente, tente, invente sua própria versão
Aqui não tem segunda sessão
Aqui não tem segunda sessão


Foto: Google
Texto: Arnaldo Antunes

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Viva Mafalda! (clique na imagem para ampliar)


Mais uma da "Mafaldita"! Adooro!!

Quantas vezes me senti e ainda me sinto assim? Um ser estranho no mundo! Amelie Poulain!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Hoje é terça-feira

Hoje é terça-feira e começo o dia dormindo, porque é madrugada e estou com sono.
Cabeça de gelo, cuca fria para avançar o dia que promete emoções.
Olho pro cé e canto: "Ó minha mão do céu, ó meu pé do chão..."
Será desespero??!! Uaaa!! Não. Apenas uma canção!!! Parampam! "...só acredito no semáforo, só acredito no avião. Eu acredito no relógio..."



Obs: O calendário do blog marca que hoje é segunda-feira. O relógio marca 21h.

??? Não deve ser horário de brasília, mto menos de Salvador. :P

quarta-feira, 24 de março de 2010

Círculo



Engraçado, que pensando em algumas coisas da vida, percebi o quanto repetia certas coisas e o quanto aquilo estava pesado. Daí, lembrei que li em algum livro, não recordo qual, que falava alguma coisa referente a isso. Que a gente vive em círculo. Começa em um ponto. Anda, anda, anda e termina no mesmo ponto. E aquilo se repetia por diversas vezes. E o segredo está nas experiências vividas durante o percurso. Se repetirmos inúmeras vezes a mesma coisa e esta torna-se pesada, um fardo, é porque não conseguimos aprender, crescer com aquela experiência.
Nessa linha de pensamento, lembrei que no livro “Toda mulher é meio Leila Diniz”de Mirian Goldenberg, tem um trecho do diário de Leila que ela descreve alguma coisa sobre círculo. Que é assim:
"Eu sou um círculo com um centro, um ponto fixo no centro. Esse ponto é a minha espinha dorsal, o meu fio, de onde vem a minha força, minha vontade, a fonte e a estrutura. No círculo só, eu me perderia, me diluiria, se não houvesse o ponto fixo, o centro de mim. Eu quero dizer que tudo quanto eu me disperso, toda a minha porra-louquice, não me destrói, não me dispersa, porque está relacionada como um círculo ao seu centro, a um troço fixo que existe dentro de mim, uma vontade, uma verdade, uma autopreservação, um bicho também. Um troço sólido que eu não sei explicar bem e que eu chamo de ponto, espinha dorsal. Se eu fosse filósofa eu diria, talvez, que o que me interessa é não afastar o círculo do ponto, ao contrário, aproximá-lo. Ou melhor, o que eu diria é que eu quero chegar a mim mesma, no ponto fixo. Aí então, eu seria inteira. "

Segredos, verdades, mentiras, experiências, idas, vindas, vidas. Tudo forma o meu círculo e se aproxima do meu ponto fixo, meu eu. E o meu desejo: Ser todo dia, a cada dia, INTEIRA.
Texto e imagem: Manu Sena


sábado, 20 de março de 2010

Salve, salve!!


Não sou católica, mas devota de São Jorge. Pode?
Esses dias tenho precisado me fortalecer espiritualmente e tenho recorrido as suas orações.
Acho forte e linda!

A oração e a canção:

Jorge sentou praça
Na cavalaria
E eu estou feliz porque eu também
Sou da sua companhia
Eu estou vestida com as roupas
E as armas de jorge
Para que meus inimigos tenham pés
E não me alcancem
Para que meus inimigos tenham mãos
E não me toquem
Para que meus inimigos tenham olhos
E não me vejam
E nem mesmo um pensamento
Eles possam ter para me fazerem mal
Porque eu estou vestida com as roupas
E as armas de Jorge

Salve Jorge
Salve Jorge
Salve Jorge

Armas de fogo
O meu corpo não alcançarão
Facas e espadas se quebrem
Sem o meu corpo tocar
Cordas e correntes arrebentem
Sem o meu corpo amarrar
Porque eu estou vestida com as roupas
E as armas de Jorge
Oxossi aylodá yamalabê
Yambelequê yorô
Odé matá coroná.
Compositor: Jorge Benjor
Imagem: Manu Sena



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