Há 2 meses
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
O Flautista
0 Flautista / Parte 01 e 02
From: cinet00 | November 15, 2009 - Youtube
Livre adaptação do conto "The Violinist Man" de Collin Thompson.
Direção: Matheus Vianna
Elenco: Tuzé de Abreu, Lúcio Tranchesi, Luiza Dahia e Ronaldo Braga
domingo, 29 de novembro de 2009
Passagem
Hoje, domingo, estive em Cachoeira visitando minha irmã. Passeando livre pela cidade parei na casa de um grande. Poeta Damário da Cruz. ELE abriu as portas de sua casa e me mostrou seus tesouros. A arte.
Depois de conhecer um pouco seu espaço, seu jeito peculiar, suas artes (fotografias, poesias...), as artes de grande artistas, de ouvir a música incrível e inédita que rolava em seu som, do cantor, baiano, Lazzo. Eis que ele declama o seguinte poema.
Morada Temporária
Moro no teu colo
e não percebes.
Moro no teu colo
e me evitas.
Moro no teu colo
e me abandonas.
Não te garanto
estar disponível
para sempre.
(Damário da Cruz)
Da mesma forma simples e sincera que nos encontramos, nos despedimos.
Meu dia? Foi lindo!
Depois de conhecer um pouco seu espaço, seu jeito peculiar, suas artes (fotografias, poesias...), as artes de grande artistas, de ouvir a música incrível e inédita que rolava em seu som, do cantor, baiano, Lazzo. Eis que ele declama o seguinte poema.
Morada Temporária
Moro no teu colo
e não percebes.
Moro no teu colo
e me evitas.
Moro no teu colo
e me abandonas.
Não te garanto
estar disponível
para sempre.
(Damário da Cruz)
Da mesma forma simples e sincera que nos encontramos, nos despedimos.
Meu dia? Foi lindo!
domingo, 22 de novembro de 2009
Dia da consciência negra
Meu queridíssimo bolado escreveu um texto tão lindo e sensível que resolvi postar aqui para dividir com todos.
Comentário sobre o trecho de música: “Minha pele de ébano é minha alma nua”:
Acho que fala da ausência de uma capa, de uma estética, de um molde, que promova qualquer conceito prévio. Na casca branca, benquista, se escondem as Almas envoltas nessa aceitação condicional. Enquanto o negro, esse que canta, diz que o ébano que brilha aos olhos é seu Espírito nu, sem casca, pra quem quiser, ou puder, ver. Acho que esse brilho de 'ser o que se é' provoca tremor nos corações dos que temem o desconhecido, o autêntico ou o novo. O Espírito nu não goza das condições externas de aceitação e externaliza ao máximo seu 'eu', fazendo do Espírito sua pele. Pele de ébano, Alma núa: consciência negra!!
Manoel Novaes Neto
Comentário sobre o trecho de música: “Minha pele de ébano é minha alma nua”:
Acho que fala da ausência de uma capa, de uma estética, de um molde, que promova qualquer conceito prévio. Na casca branca, benquista, se escondem as Almas envoltas nessa aceitação condicional. Enquanto o negro, esse que canta, diz que o ébano que brilha aos olhos é seu Espírito nu, sem casca, pra quem quiser, ou puder, ver. Acho que esse brilho de 'ser o que se é' provoca tremor nos corações dos que temem o desconhecido, o autêntico ou o novo. O Espírito nu não goza das condições externas de aceitação e externaliza ao máximo seu 'eu', fazendo do Espírito sua pele. Pele de ébano, Alma núa: consciência negra!!
Manoel Novaes Neto
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
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